quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Ai!!! Vem aí!



Começaram a colocar as iluminações de Natal.
Tradução: A taxa de suicidio vai aumentar exponencialmente.

domingo, 26 de outubro de 2008

Bambis, Dumbos e Simbas

Tenho um amigo que durante anos viveu feliz!
Tudo corria bem no seu mundinho imaginário, e os "animaizinhos" estavam correctamente arrumados na sua mente, quase melhor, diria, que na Arca de Noé.
Numa conversa informal expressava os seus gostos pessoais: "Gosto de cães, não gosto de gatos, os elefantes são assim, os veados são engraçados, os bambis são amorosos, os..."
"Qué?"
Os Bambis? Mas, mas... O Bambi é um veado!!!
"Não!! Existem os veados e os bambis!! Ora que história!!"
Claro... existem os Bambis e os veados, os Simbas e os leões e os Dumbas e os elefantes!! Ignorância minha perdão!

Barbie

Há dias em que a menina acorda milagrosamente bem disposta :) , mas tão bem disposta que tem vontade de gritar “Bommmmmmmmmmmmmm dia meu POVO!!!”.
O pequeno-almoço é a refeição mais importante do dia e é por isso que a menina salta para a mesa e erradamente, MUITO erradamente liga a televisão! Nooooooooo…A Mattel lançou um novo brinquedo (até aqui não há problema até porque estamos na fantástica e brilhante (aquilo são bidões de Volts) época do ano em que o Pai Natal anda a saltitar pelas ruas). Ora o brinquedo (diria de tortura) é a maravilhosa Barbie Veterinária / Chefe de cozinha (atenção: qualquer semelhança com a co-autora deste blog não pode ser pura coincidência – é uma conspiração!).
Procuro desesperadamente informação na Internet e encontro algo sobre a flor do mal: “Barbie é a melhor médica que um bichinho poderia ter. Carinhosa e prática, ela examina os cachorrinhos e gatinhos com todo o cuidado. Com estetoscópio, chapas de raio-x e acessórios iguais aos de uma veterinária de verdade, essa boneca não deixa nenhum animalzinho sem atendimento. Com essa doutora, todos os bichinhos passam bem.”
Eles dizem “animalzinho” e pior introduzem o termo “bichinho”!!! Já é duro abraçar de forma ignorante a carreira de Veterinária..mas agora ter que estar a altura da Barbieee?? Oh!! Jamais aguentaremos tal pressão!!! Buaaahhhh…

domingo, 19 de outubro de 2008

Unhacas

A minha avó tem, desde que me lembro, garras em vez de unhas. Nunca me incomodou até ao dia em que ela cravou as ditas no meu braço quando tentou entrar numa escada rolante da estação de metro da Baixa-Chiado. Depois aproveitou a deixa para passar o resto do passeio com elas enfiadas na minha musculatura pouco tonificada. Tinha um ar extasiado e comecei a desconfiar se a minha avó não seria um vampiro mutante que pode deslocar-se durante o dia e que obtém o sangue das vítimas através dos dedos. Um Blade feminino de 87 anos.



No outro dia partiu a unha do dedo médio. Apanhei-a a tentar aparar a unha com a tesoura da cozinha.

- Avó, há uma tesoura própria pra as unhas na casa de banho. Anda comigo que eu mostro-te onde está.
- Obrigada filhinha.
- Já agora aproveitas e cortas as outras também! - disse eu esperançada...
- Ah, não é preciso.
- É, é... (por favor...)
- Não, não.
- É sim senhor! Isso está enorme! Corta lá isso!

Já desesperava, só de pensar no passeio do dia seguinte.

- Olha lá, mas que dia é hoje? - pergunta a minha avó, como se se tratasse de uma questão essencial para o tema de conversa. A verdade é que se revelou ser uma pergunta de extrema importância...
- É dia 26. - respondeu o meu irmão que entretanto se juntou a nós na casa de banho, local onde ocorrem muitas reuniões familiares não premeditadas.
- Não, não. Que dia é hoje? Em que dia estamos?
O meu irmão olhou para mim com uma cara simultaneamente inexpressiva e com mensagens subliminares fraternais, com uma lente de contacto no dedo.
- É sexta-feira - respondi.
- Ora pois! Sexta-feira não é dia de cortar as unhas.

E abandonou a casa de banho para ir ver televisão.

Agora pergunto: face a esta resposta e a esta lógica, que responderiam vocês? É que nenhum de nós conseguiu argumentar.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

domingo, 12 de outubro de 2008

Dieta

Amanhã, as vossas bloguistas vão iniciar um processo de DIETA, que desta vez vai resultar a sério.

Temos neste momento 9 minutos para enfardar todas as gulodices da dispensa!

Ao ataaaaaaaaque!

Curriculum Vitae

Hoje, numa de "é desta que arranjo um emprego, o meu primeiro emprego!", decidi fazer o meu Curriculum Vitae, modelo europeu, claro.

Não sei se foi por não estar inspirada ou se realmente ainda não fiz nada de útil na vida, mas quando acabei de o fazer (em 20 minutos - tempo record, até para alguém com o 9º Ano de escolaridade), constatei que consistia em duas páginas com muitos espaços entre as linhas...

Se eu fosse boss de uma espelunca qualquer e me viesse parar este curriculo às mãos, mandava-o imediatamente para casa de banho, para aqueles dias em que falta o papel higiénico.

sábado, 11 de outubro de 2008

A good hair day

Um dia, quando estava a chegar a casa, estava um dos meus vizinhos da frente, um rapaz da minha idade, a tentar rodar a chave no canhão da porta de entrada. Não é mau jeito dele, aquilo está mesmo estragado (eu culpo o meu barulhento vizinho de cima, o que tem um amigo malcheiroso).

Finalmente consegue abrir a porta e entra no prédio; eu vou seguir os seus passos quando ouço: "Espera!".

Virei-me para a minha direita e vi-o... o mais belo rapaz a correr na minha direcção, longos cabelos ondulados a esvoaçar, sorriso divino e olhos negros e brilhantes... Corria para mim e sorria, tão contente, para mim... Pensei na diferença enorme que faz estar num dia em que o cabelo está realmente bonito, o poder que isso tem sobre os homens, a auto-confiaça que dá a uma mulher! Estendeu a mão...

Estava a escassos passos de mim, pelo que tudo isto demorou uns 3 segundos, mas para mim pareceu muito mais porque via tudo em câmara lenta.

"Espera por mim!" disse ele. Oh meu querido, eu esperei por ti toda a minha vida!

Estava já preparada para lhe pegar na mão mas de repente ela já estava preenchida por outra mão que não era a minha! Tudo começou a decorrer em velocidade normal e o gadalhudo mais bonito que já vi deu uma beijoca repenicada ao meu vizinho da frente e entraram os dois no prédio.

Uma bigorna invisível caiu-me em cima da cabeça, espalmando a minha auto-estima, e a porta fechou-se na minha cara.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Inspiração

Caros leitores,

existe uma questão, quase existencial, que vos preocupa. Uma questão ligada às vossas autoras bloguistas favoritas e elas estão conscientes do vosso dilema.

Bem sei que se perguntam a vocês próprios "onde, mas oh!, onde, vão buscar a inspiração?".

Meus caros, simpatizamos com a vossa agitação intelectual e como tal, aqui vai a resposta, diligente e na hora, para que não sofram mais e também para que se inspirem a construir blogs tão bons ou melhores que este:


Trata-se tão simplesmente de um cachimbo de água e um copinho de licor de maçã. Que tem isto de especial? Ora aqui vai o segredo, estimados leitores, e não precisam de ler qualquer livro: na água do cachimbo acrescentem umas gotinhas de limão e uma quantidade simpática de licor de maçã.

O tabaco deverá ser frutado; se tiver sabor a maçã, este será enaltecido pelo licor, mas poderão também utilizar tabaco com aroma a banana, malancia, menta, pêssego,... que depois terá um cheirinho a maçã, muito agradável. Ou então misturem um pouco de cada tabaco e obterão tutti-frutti.

Pondo tudo de forma muito simples: fumamos álcool.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Desabafo indignado

Acho extremamente injusto estar a chegar à faculdade às 10h e os alunos do ISCSP já terem terminado as aulas e como tal entrarem no autocarro em que acabo de chegar para irem para casa, enquanto eu ainda tenho palpações rectais para fazer até às 13h30, hora pela qual, apesar das bufas com molho que rebentam na minha cara e a caca mole que escorre pelo fato macaco e entra nas minhas galochas, só penso na fome que tenho e em como a aula nunca mais acaba para eu poder ir almoçar.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Geriatric Hatred - Round 2 - Fight!

Hoje foi um dia normalíssimo da minha vida, ou seja, andei de autocarro. Mais precisamente no 758. Era uma hora do dia com poucas pessoas no 758 Cais do Sodré e sentei-me num lugar vazio. Era um lugar qualquer, no meio de outros tantos lugares vazios. Não era reservado a grávidas, senhoras com crianças ao colo, idosos ou deficientes. Era um lugar normalíssimo, num dia normalíssimo.

No Largo do Rato entraram várias pessoas no autocarro. Como é óbvio não me pus a observar cada pessoa que entrava, aliás estava perdida nos meus pensamentos. Mas senti... um olhar... fixo em mim... um olhar carregado de... ódio geriátrico...

Já familiarizada com este tipo de olhar (ler Um dia para me sentir bem comigo mesma) decidi enfrentá-lo com coragem heróica e dirigi um olhar cheio de autoconfiança e poder que dizia "O que é que foi?".

Era um típico velho lisboeta: 1,70m, quase careca mas ainda com uns insistentes e miseráveis cabelos (que deveriam ser brancos mas estão amarelados), nariz hipertrofiado e vermelho, vários dentes perdidos em combate, as orelhas... não vou falar delas. Camisa de riscas verticais cujos botões superiores estão desabotoados exibindo um tufo de pêlos, também amarelados, e de higiene duvidosa. Os botões inferiores mal encaixam na sua casa e fazem um esforço estóico por conter a barriga ascítica que se situa por cima de umas calças velhas e sujas. Nas mãos e às costas, vários sacos de plástico de volume considerável, certamente cheios de objectos completamente inúteis, roupa ou produtos alimentares.

O que se passa com os idosos? Não entendo este ódio dirigido. Queria o meu lugar? Detesto quando eles têm lugares preferidos...

Quando os nossos olhares se trocaram não houve uma medida de forças demorada. O senhor soltou um som peculiar, intrigante até. Uma mistura de grunhido de varrasco com um bufar de gato de rua. Tive medo, e desviei o olhar.

Sou uma cobarde...

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Numa aula sobre gestação em éguas, o professor disse:
- Quando não sabemos quem é o pai, temos situações complicadas.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

WCs internacionais - Parte I


São raras as casas de banho da Tunísia que não possuam uma misteriosa mangueira ao lado da sanita. Esta mangueira causou um enorme desassossego entre o meu grupo de amigos e companheiros de viagem, tendo mesmo gerado uma discussão acesa acerca da função do dito objecto.

O que parecia mais óbvio, para mim e para a minha amiga e colega de quarto Maria, era que a mangueira tivesse como função a higiene íntima da mulher mas como os rapazes acusavam a presença da estranha mangueira nos seus lavabos acabámos por concluir que fosse para lavar o rabiosque após o envio de um fax menos limpo. Depois pôs-se a hipótese do famoso clíster.
Como os autoclismos deste país, que serviu de cenário a famosos filmes como "O Paciente Inglês" e "A Guerra das Estrelas", são muito pouco potentes colocou-se a hipótese de ser um método auxiliar ao mecanismo do autoclismo.
Assim, andámos uns quantos dias com a questão nas nossas cabeças. Não que isto fosse crucial e que estivessemos sempre a pensar nisto, devo esclarecer! Antes porque, como é óbvio, uma pessoa vai várias vezes à casa de banho e, no nosso caso, que andámos de cidade em cidade, deparámo-nos com várias marcas e modalidades de mangueiras-mistério.

À medida que aprendiamos mais sobre o país, a sua cultura e a religião predominante, começámos a acreditar que a função da mangueira era tão-somente lavar os pés. E assim ficámos, convencidos que tinhamos desvendado problema da mangueira.

Para ter a certeza, perguntámos ao motorista do nosso 4x4, mas ele só falava árabe e francês e o nosso francês não foi o sufuciente para expor a questão. Ou então ele não quis responder.

No penúltimo dia da nossa viagem visitámos a bela cidade de Sidi Bou Said. Fomos numa carrinha cheia de outros turistas protugueses e fomos acompanhados por uma guia que falava espanhol. Aproveitámos logo para colocar a questão em palavras portunholas:
- Qué es el tubo que se encuentra en los lavabos?
- Cómo? El flexible?...
- Si...
- Es para... lavar el culo!...

O mistério foi resolvido, finalmente, e com um "Aaaaah!..." geral na carrinha - os outros portugueses também tinham a mesma dúvida...

O guia mudou rápida e estratégicamente de assunto:
- En Tunis los taxis son amarillos!...

Nota da autora: esquecemo-nos de tirar uma fotografia ao dito "flexible" pelo que adicionei uma fotografia que encontrei na Internet - nunca estive nesta casa de banho nem numa parecida.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Uma pessoa que diz um teni e uma calça é uma pessoa singular.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Histórias de sempre e histórias de agora

Jantar de família, sem homens. Três gerações. Eu. Mãe. Avó.

Eu contava uma escandalosa cena do dia-a-dia: um Lulu da Pomerânea (bem tosquiado por acaso - e ainda bem, permitam-me dizer) por quem passo todos os dias olha para mim com um ar tipo parvo. Deve ser por nos cruzarmos sempre no momento em que ele está a fazer um cocozito mole na árvore do costume (e daí a importância da boa tosquia). Nos momentos finais do nosso encontro diário, quando passo mesmo ao lado dele tenho de conter, com força sobre-humana, a vontade de lhe dar um pontapé.

E com esta deixa, a minha avozinha de 84 anos, que adoro, não perde tempo e começa a contar uma história que nunca tem final e que já ouvimos pelo menos 31455 vezes:
- Ai eu tinha tantos cães em casa do meu pai, oh Marianinha... Olha, era: o Piloto,... a Malhada,...
- A Jóia...
- A Jóia, e... era outra que não me lembra...
- Ruca.
- Nãaao...
- Médis?
- Não. Ai a Jóia... foi a primeira palavra que eu disse, foi dar nome à cadela... Jóia!...
- Whirlpool?
- Ãh?... Pu?
- Hehe...
- Ai a Jóiínha... Os filhos dela nasceram ao mesmo tempo que a minha mãe me deu luz a mim!...
- Muesli!
- Não...

Entretanto a minha mãe (que lê este blog - adoro-te mãezinha) engasga-se com a maçã e termina a conversa. Com pena minha e da minha avó: eu estou a ter o momento picardo do dia e ela, mais um vez, fica sem se lembar do nome do outro cão.

Sempre tive curiosidade em saber como chamavam à cadela antes da minha avó nascer e começar a falar... Um dia hei de perguntar; um dia que não tenha nada para fazer durante 4 horas e já esteja farta do repertório pouco vasto de histórias da minha avozinha linda.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Tv - Uma Verdadeira Enciclopédia


Diz que é quase o final de 5 longos anos a utilizar a expressão: "Eu hoje já disse que odeio isto?"...
Na tentativa de levar uma restia de sanidade mental até ao dia da libertação final vou, juntamente com amigas/amigos da tortura, correndo as bibliotecas e cantos afins dessa cidade: Universidade de Letras é sem duvida a preferida (a minha progenitora acha que se deve a uma pequena frustação por não frequentar a mesma, quem sabe...).Os dias vão passando nessa nobre biblioteca entre as sonecas, o sol das pirâmides, as visitas inesperadas de amigos, o radarizar de situações, o geladinho da época e as gargalhadas do desespero...(conseguisse eu manter a concentração por mais de 10 minutos!!!).
Já frequentamos o Aqua Roma, O Alvaláxia, O IST, O Tagus Park, Monsanto, O Ben and Jerry do Chiado, O Orgânico... e tudo e tudo e tudo... Recentemente descobrimos a biblioteca da FMUL (cof cof) e é boazita...pelo menos eu gosto bastante daquela máquina do café...é jeitosa...dá trocos, colher..não sabe a esturro...
Depois do choque inicial que foi não poder respirar (sem ser punido pelos estudantes autócnes), ainda por ali passei umas noites! O grande problema é que é impossivel estudar Veterinária sem fazer uma de duas coisas: desatar num pranto incoersível ou rir até sentir necessidade de usar Tenna Lady!
Para quem não acredita deixo uma mostra poética (parte integrante da bibliografia de Inspecção Sanitária II):
"O meio hidrico, é, simultaneamente, por assim dizer, a estrada, o caminho secundário, o meio de comunicação, o infantário, o pátio de recreio, a escola, o quarto, o leito, a mesa, a instalação sanitária, a enfermaria e a sepultura do peixe." (Será que sai em exame?)
Ora os futuros médicos deste país são muito muito sérios e cada vez que na minha mesa se esboçava um sorriso pré-gargalhada havia uma tensão agressiva no ar.... os seus olhos reviravam, ouvia-se um chiuuu e euzinha completamente inibida pois claro. A culpa não é deles, aliás invejo qualquer ser que consegue desligar o radar e concentrar-se por mais de 15 min ignorando estimulos exteriores...
Numa das conversas cientificas que tive com a minha companheira de mesa o tema foi o seguinte:
"Nitroglicerina? Ela não sabia o que era...diz que são uns adesivos!"
"Não sabe? É um vasodilatador, ora! Aquilo dá em todos os filmes!!! Eu vi no "Somethings gotta give" que não se pode inclusivamente usar com Viagra!"...
"Pois..."
Mais uns minutos de estudo (não) intensivo e de volta à conversa:
"Sabes o que é a Doença de Crohn?"
"Sei pois... É uma doença inflamatória do intestino que blá blá blá...vi no Tyra Show!
"Pahhhhhh ahahahha ahahah, será que não aprendemos nada nos livros? nas sebentas?"
Um olhar matador chegou da mesa do lado em nossa direcção - os senhores doutores queriam estudar e... na minha opinião, certamente não têm tempo para ver esses shows televisivos didácticos! Mas ... acho que teriam mais tempo para sair se largassem o Internal Medicine e vissem Tv - essa grande Enciclopédia!
Para celebrar o 50º Pensamento, nada mais apropriado que um Verdadeiro Pensamento das 2h47:

Dá Deus nozes a quem não tem dentes;
Mas também há quem tenha dentes e não tenha nozes.
O pior é quando não se tem dentes nem nozes.
Feliz de quem tem nozes e dentes.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

No 7º ano tive uma professora de Português que trocava os "L" pelos "G". Todos os dias gritava várias vezes:
- Caguem-se! Caguem-se todos!

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Em tom de desabafo

FMV: feira das vaidades, teatro mal encenado... "Lembranças à mamã!" "Gravata ao papá!"
FARTA: O melhor ano? Erasmus muito muito longe!
Explode FMV!!!!

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Piadinha veterinária

Estava eu a lavar as instalações reais do meu porquinho-da-índia (PI) na banheira, quando sua realeza decide fazer um cocozito no chão da casa de banho.
Entretanto, o meu irmão, que precisava de fazer um xixi antes de ir para uma festa de arromba, entrou na casa de banho e comentou:
- Esse porco já fez um cocó no chão.
- Uma pelota dura. - corrigi eu.
- Olha, eu é que vou fazer uma pelota mole! - brincou ele, na sua ignorância.