segunda-feira, 30 de março de 2009
Monumentos Londrinos - Take 2

Efectivamente a Lala esteve comigo em Londres e sim, tirou fotos (diria mesmo de forma compulsiva e histérica) junto do Big Ben...algumas com ela e o relógio, depois de perfil, depois em grupo, depois só as caras, depois com a paisagem envolvente....
Terminado o entusiasmo com o Big Ben e cumprido o desejo , Lala contra-ataca:
"Weeee! Agora quero mesmo é tirar uma foto com o Golden Eye!!"
Excuse me? Not again...
sexta-feira, 27 de março de 2009
Sui genericidade dos bairros lisboetas
Tenho uma amiga, cujo nome se manterá no anonimato, que há pouco tempo veio morar para um bairro perto do meu. A minha amiga, a X., e eu vamos juntas para casa e aproveitamos para descarregar as energias sedentárias numa bela caminhada desde o Marquês de Pombal até às respectivas residências.
Hoje decidimos passar pela avenida Almirante Reis para ver, e apenas ver, umas montras. Caminhávamos a passo regular e despreocupado, quando ouço por trás de nós:
- Olá linda, como te chamas?
A X., que consegue ser ainda mais distraída que eu e como tal é, para mim, um milagre que ainda esteja viva, nem o ouviu. Apenas sentiu uma mão que lhe circundava a cintura.
- Ui!!! - esclamou ela, dando um salto que teria feito inveja ao Javier Sotomayor.
Olhando para a esquerda, deparámo-nos com um sem-abrigo desdentado olhava admiradíssimo para a X.
- Não é preciso gritar...
- Ai, o senhor desculpe mas pregou-me um susto! - respondeu educadamente a minha amiga, com um genuino sorriso, como só ela conseguiria numa situação destas. Provavelmente porque não ouviu a frase de engate que antecedeu o toque delicado na cintura.
Eu, pessoalmente, olhava para o chão para que, no caso de não conseguir conter mais as gargalhadas que acabariam por se soltar depois de atravessarmos a rua, me desmanchasse a rir na cara estupefacta do sem-abrigo.
Continuámos a andar com o passo um pouco mais acelerado, as lágrimas escorrendo pela minha face. O sem-abrigo ficou para trás boquiaberto e incrédulo. Permanecemos caladas durante uns metros, até que a X. comenta, filosoficamente:
- Esta Almirante Reis... é sui generis, não achas Mariana?
Hoje decidimos passar pela avenida Almirante Reis para ver, e apenas ver, umas montras. Caminhávamos a passo regular e despreocupado, quando ouço por trás de nós:
- Olá linda, como te chamas?
A X., que consegue ser ainda mais distraída que eu e como tal é, para mim, um milagre que ainda esteja viva, nem o ouviu. Apenas sentiu uma mão que lhe circundava a cintura.
- Ui!!! - esclamou ela, dando um salto que teria feito inveja ao Javier Sotomayor.
Olhando para a esquerda, deparámo-nos com um sem-abrigo desdentado olhava admiradíssimo para a X.
- Não é preciso gritar...
- Ai, o senhor desculpe mas pregou-me um susto! - respondeu educadamente a minha amiga, com um genuino sorriso, como só ela conseguiria numa situação destas. Provavelmente porque não ouviu a frase de engate que antecedeu o toque delicado na cintura.
Eu, pessoalmente, olhava para o chão para que, no caso de não conseguir conter mais as gargalhadas que acabariam por se soltar depois de atravessarmos a rua, me desmanchasse a rir na cara estupefacta do sem-abrigo.
Continuámos a andar com o passo um pouco mais acelerado, as lágrimas escorrendo pela minha face. O sem-abrigo ficou para trás boquiaberto e incrédulo. Permanecemos caladas durante uns metros, até que a X. comenta, filosoficamente:
- Esta Almirante Reis... é sui generis, não achas Mariana?

quinta-feira, 26 de março de 2009
O poder do vermelho - II
O meu violoncelo, sendo uma parte constituinte e importante do meu ser, tem um poder misterioso sobre seres vivos irracionais, especialmente bebés e cães, com toda a certeza relacionado com o vermelho da sua "vestimenta".
Os bebés têm a reacção pânico quando vêem o meu cello e põem-se a chorar desmesuradamente... Os pais, aflitos, tentam acalmar o pequeno humano com palavras carinhosas e explicativas:
"Oh filhote, é só um violão!... Não faz mal ao bebé! Não chora, não chora..."
Bah... Eu até me afastava, para não causar sofrimento ao bebé, mas sinto-me vingativa quando insultam o meu violoncelo.
Algumas crianças que ainda não se tornaram totalmente racionais, provavelmente devido à falta de vitaminas e ao excesso de televisão, gostam de tocar com as mãozinhas sujas de ranho e baba na capa do meu cello. Provocadoramente!, olhando-me directamente nos olhos quando o fazem.
Só chegam a tocar uma vez, porque imediatemente o meu olhar lhes diz, claramente:
*Tocas outra vez e vou ao teu quarto à noite e corto-te os dedos dos pés.*
E o assunto fica resolvido.
Outra realidade é a realidade dos cães. Gostam de ladrar ao meu violoncelo. Ontem um cão seguiu-me durante cerca de 100 metros e ladrou todo o tempo ao meu violoncelo. Virei-me para trás e sem parar de andar, olhei o cão nos olhos e telepaticamente disse:
*Que é?*
*Nada, estava só a chatear-te, mas estou a ver que não estás para aí virada...*
*Não estou mesmo.*
E o cão deu meia volta e foi à sua vida. E eu fui à minha. Tenho mais que fazer.
sábado, 21 de março de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
Desabafo frustrado
Ninguém acredita quando digo que na FMV nos mandam encher chouriços fora de horas. Literalmente.
quinta-feira, 5 de março de 2009
O povo e os parasitas
Subscrever:
Mensagens (Atom)