segunda-feira, 23 de novembro de 2009
A Lala é de opinião que ninguém vai parar ao Hospital Dona Maria por beber um Licor de Azeitão.
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Verdadeiros pensamentos das 2h47
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Música ambiente
- Que queres ouvir? Piano ou orquestra?
- Piano!
- Vamos ouvir Yo Yo Ma.
- Yo Yo Ma é sempre bom! Gosto muito!
- Então vamos ouvir ópera.
- Piano!
- Vamos ouvir Yo Yo Ma.
- Yo Yo Ma é sempre bom! Gosto muito!
- Então vamos ouvir ópera.
sábado, 7 de novembro de 2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Métodos anticontraceptivos eficazes
Uma amiga veio convidenciar-me o seu mais recente investimento nos métodos anticontraceptivos:
-Estou muito satisfeita!!
-Então?
-Agora quando o meu namorado vai dormir lá casa, ficamos no quarto reservado ao plano de contingência da Gripe A...
-E??
-Duhhhhh! Em ambiente estéril eu não engravido!
-Estou muito satisfeita!!
-Então?
-Agora quando o meu namorado vai dormir lá casa, ficamos no quarto reservado ao plano de contingência da Gripe A...
-E??
-Duhhhhh! Em ambiente estéril eu não engravido!
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
domingo, 1 de novembro de 2009
Amor açucarado
Ele para mim:
-Meu algodão doce, meu suspiro, minha pepita de chocolate, meu docinho de côco!
Eu para ele:
-Meu caramelo!
-Meu algodão doce, meu suspiro, minha pepita de chocolate, meu docinho de côco!
Eu para ele:
-Meu caramelo!
sábado, 31 de outubro de 2009
Rastreios
Há cerca de uma semana, exactamente 6 dias, que o danadinho do meu olho esquerdo se encontrava totalmente desassossegado!!!
O sacaninha, todos os dias se mostrava saltitante e anormalmente irrigado (estas características não eram simples devaneios psicológicos meus, eram perceptíveis ao exame físico de palpação e à inspecção).
O vício da profissão induz-me rapidamente a realizar uma urgente lista de diagnósticos diferenciais para hipertensão e stress oculares:
-Diabetes
-Glaucoma
-Cansaço ocular (leitura, computador, televisão…)
A lista poderia ser mais extensa, mas perdeu o interesse a meio, acho que me distraí.
Faço-me acompanhar de uma rapariga “bacana” e circulamos na linha azul do metro de Lisboa. Marquês de Pombal é a estação… Um rapaz loiro salta em direcção a nós e mal lhe consigo ver a cara, carrega múltiplas florezitas de peluche e numa voz esganiçada e de uma simpatia ensaiada pergunta se não queremos ajudar a Associação…
“E a mim quem me ajuda?” penso, rabugenta, o meu dia está a ser longo… A “bacana” olha para mim, se eu não a controlo vê-se obrigada a ajudar todas as associações, mendigos, pedintes e amigos próximos por não saber dizer “Não!”.
Recuso comprar uma florzita, apesar de ser solidária com a dita Associação. Tal acto não é suficiente para conseguirmos seguir o nosso caminho. A Sra. Lúcia Qualquer Apelido (ao que percebo da mesma Associação) pergunta-nos se nos pode fazer um rastreio: Diabetes! “Não custa nada, só uma picadinha no dedo, em troca de uma moedinha para a Associação!”
Diabetes? Olha… se bem me recordo era um dos diagnósticos que me atormentava para justificar o comportamento do meu rebelde olho atleta de ginástica rítmica…Claro que queremos fazer o rastreio! (Ignorei a face pálida e suada da minha companheira “bacana”…mal sabia eu o que me esperava.)
A Sra. Lúcia, solícita, senta-me numa cadeirinha em frente à sua mesa de rastreio improvisada e pega no álcool para desinfectar o meu dedo do qual vai extrair a gota da verdade …
Enquanto a “bacana” agoniza de ansiedade e medo ao meu lado, eu oiço a Lúcia, hipocondríaca com justificação, revelar todas as suas maleitas que, contudo, não a impedem de ajudar o próximo:
“Sabe, jovem, eu sofro muito de hipertensão. Sou diabética, padeço de ansiedade e de stress. O que me incomoda mais, sabe, é a apneia do sono, mas os joanetes é que me dão mais trabalho, fui agora operada a 5ªvez, porque…”
Arregalo os olhos e faço uma expressão de atenção e de pesar…a “bacana” continua lívida mas eu nem dou por isso.
A Lúcia prossegue: “Hoje em dia, há muitos camelos… olhe eu ajudo toda gente, ainda no Natal passado faleceu o Sr. Sousa e não lhe tem faltado nada…claro que também lhe ajudo a mulher e os filhos que ela não tem pernas a pobrezinha!”.
Após todo o ritual de desinfecção e de preparação da máquina que me iria medir a glicemia, a Lúcia pica-me o dedo, de onde brota uma gotinha encarnada…Compasso de espera…a máquina lê o resultado…………….88!!
Não sou diabética, maldito olho que me aterrorizou durante 6 dias, yeahhh! Venha esse bolo recheado de chocolate que eu não sou diabética! Weeeeeeeeeeeeeeeeeeee…..
Lúcia continua a bombardear-nos com a sua experiência de vida: “ Eu sim sou solidária, não sou como as madames que vão ajudar no Banco Alimentar e depois levam tudo para casa, não sobra um pacote de arroz para dar ao Nicolau…eu estou a recolher fundos…e você minha linda tem um pulso de atleta!”
Levanto-me da cadeira ainda a dançar de alegria por não ter diabetes e por me poder ir refastelar num banho de glicose.
A minha companheira “bacana” cai pesadamente na cadeira antes ocupada por mim e a Lúcia luta com ela para lhe agarrar o dedo, desinfecta-lhe o mesmo a custo e pica-a sem piedade. “Nãooooo!” grita a pálida “bacana” e, ao ver jorrar uma mangueirada de sangue do seu dedo, desfalece imediatamente, desmaia e caí no chão sujo do metro do Marquês de Pombal…Ela tem aversão a agulhas e a sangue e ninguém se lembrou…
Toda a equipa do INEM e várias corporações de bombeiros foram forçadas a deslocar-se ao local.
O sacaninha, todos os dias se mostrava saltitante e anormalmente irrigado (estas características não eram simples devaneios psicológicos meus, eram perceptíveis ao exame físico de palpação e à inspecção).
O vício da profissão induz-me rapidamente a realizar uma urgente lista de diagnósticos diferenciais para hipertensão e stress oculares:
-Diabetes
-Glaucoma
-Cansaço ocular (leitura, computador, televisão…)
A lista poderia ser mais extensa, mas perdeu o interesse a meio, acho que me distraí.
Faço-me acompanhar de uma rapariga “bacana” e circulamos na linha azul do metro de Lisboa. Marquês de Pombal é a estação… Um rapaz loiro salta em direcção a nós e mal lhe consigo ver a cara, carrega múltiplas florezitas de peluche e numa voz esganiçada e de uma simpatia ensaiada pergunta se não queremos ajudar a Associação…
“E a mim quem me ajuda?” penso, rabugenta, o meu dia está a ser longo… A “bacana” olha para mim, se eu não a controlo vê-se obrigada a ajudar todas as associações, mendigos, pedintes e amigos próximos por não saber dizer “Não!”.
Recuso comprar uma florzita, apesar de ser solidária com a dita Associação. Tal acto não é suficiente para conseguirmos seguir o nosso caminho. A Sra. Lúcia Qualquer Apelido (ao que percebo da mesma Associação) pergunta-nos se nos pode fazer um rastreio: Diabetes! “Não custa nada, só uma picadinha no dedo, em troca de uma moedinha para a Associação!”
Diabetes? Olha… se bem me recordo era um dos diagnósticos que me atormentava para justificar o comportamento do meu rebelde olho atleta de ginástica rítmica…Claro que queremos fazer o rastreio! (Ignorei a face pálida e suada da minha companheira “bacana”…mal sabia eu o que me esperava.)
A Sra. Lúcia, solícita, senta-me numa cadeirinha em frente à sua mesa de rastreio improvisada e pega no álcool para desinfectar o meu dedo do qual vai extrair a gota da verdade …
Enquanto a “bacana” agoniza de ansiedade e medo ao meu lado, eu oiço a Lúcia, hipocondríaca com justificação, revelar todas as suas maleitas que, contudo, não a impedem de ajudar o próximo:
“Sabe, jovem, eu sofro muito de hipertensão. Sou diabética, padeço de ansiedade e de stress. O que me incomoda mais, sabe, é a apneia do sono, mas os joanetes é que me dão mais trabalho, fui agora operada a 5ªvez, porque…”
Arregalo os olhos e faço uma expressão de atenção e de pesar…a “bacana” continua lívida mas eu nem dou por isso.
A Lúcia prossegue: “Hoje em dia, há muitos camelos… olhe eu ajudo toda gente, ainda no Natal passado faleceu o Sr. Sousa e não lhe tem faltado nada…claro que também lhe ajudo a mulher e os filhos que ela não tem pernas a pobrezinha!”.

Após todo o ritual de desinfecção e de preparação da máquina que me iria medir a glicemia, a Lúcia pica-me o dedo, de onde brota uma gotinha encarnada…Compasso de espera…a máquina lê o resultado…………….88!!
Não sou diabética, maldito olho que me aterrorizou durante 6 dias, yeahhh! Venha esse bolo recheado de chocolate que eu não sou diabética! Weeeeeeeeeeeeeeeeeeee…..
Lúcia continua a bombardear-nos com a sua experiência de vida: “ Eu sim sou solidária, não sou como as madames que vão ajudar no Banco Alimentar e depois levam tudo para casa, não sobra um pacote de arroz para dar ao Nicolau…eu estou a recolher fundos…e você minha linda tem um pulso de atleta!”
Levanto-me da cadeira ainda a dançar de alegria por não ter diabetes e por me poder ir refastelar num banho de glicose.
A minha companheira “bacana” cai pesadamente na cadeira antes ocupada por mim e a Lúcia luta com ela para lhe agarrar o dedo, desinfecta-lhe o mesmo a custo e pica-a sem piedade. “Nãooooo!” grita a pálida “bacana” e, ao ver jorrar uma mangueirada de sangue do seu dedo, desfalece imediatamente, desmaia e caí no chão sujo do metro do Marquês de Pombal…Ela tem aversão a agulhas e a sangue e ninguém se lembrou…
Toda a equipa do INEM e várias corporações de bombeiros foram forçadas a deslocar-se ao local.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Aventuras depilatórias

No outro dia (há 3 semanas atrás) recebi uma sms de uma celebridade. Dizia ipsis verbis o seguinte: “…vou contar-te uma história para te rires um bocado. Estava eu a fazer a depilação com a maquineta, eis senão quando a dita apanha-me uma madeixa de cabelo! Em dois segundos fiquei com a máquina encravada a 3 centímetros da cabeça…ao tentar tirar a máquina, os cabelos partiram-se…felizmente não tenho um pitonísio como daquela vez que queimei o cabelo…”
Agarrei-me imediatamente ao órgão gástrico e soltei gargalhadas histéricas ao imaginar tal celebridade em tamanho sarilho. Mas, imediatamente um forte sentimento de solidariedade assolou o meu ser, afinal, também eu, uma década antes tinha sido vítima da mortífera e implacável máquina depiladora.
Posso, com firmeza dizer que nunca me senti muito fascinada, nem tão pouco convencida com tal utensílio de uso feminino. Por muito eficaz que fosse a maquineta incrivelmente publicitada, a verdade é que o seu uso se assemelhava a sofrer várias descargas eléctricas (uma por cada folículo piloso) por toda a superfície a depilar. Qualquer semelhança com as mulheres sorridentes e felizes dos anúncios televisivos era pura utupia e as dores sofridas pela minha pessoa eram comparáveis a ter urólitos em viagem descendente na uretra.
No entanto, num dos dias em que me senti invadida por uma coragem hercúlea e decidi usar o objecto do demónio, também eu fui vítima e também eu fiquei com a besta pendurada no metro e meio de cabelo que carregava comigo na época. Muito pior do que quando queimei os pêlos do nariz a cheirar uma vela de limão. E nunca mais toquei na maquineta, jaz solitária na sua caixa, coberta por um papel onde estão desenhadas algumas letras vermelhas: “Não tocar, perigo de penteado excêntrico”…
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Riscas
Não sei o que tens contra as riscas.
O marca passo dos meus dias são as riscas...
Riscas.
As riscas dos lençois.
As riscas do tapete.
As riscas da pasta dentífrica.
Riscas.
As riscas do pacote de cereais.
As riscas da auto-estrada.
As riscas da cancela da portagem.
Riscas.
Também eu, agora, tenho qualquer coisa contra as riscas...
As riscas da tua camisa cientificamente engomada.
As riscas dos códigos de barras.
As riscas do confinamento do teu agir.
Riscas.
São um risco...as riscas são um risco!
O marca passo dos meus dias são as riscas...
Riscas.
As riscas dos lençois.
As riscas do tapete.
As riscas da pasta dentífrica.
Riscas.
As riscas do pacote de cereais.
As riscas da auto-estrada.
As riscas da cancela da portagem.
Riscas.
Também eu, agora, tenho qualquer coisa contra as riscas...
As riscas da tua camisa cientificamente engomada.
As riscas dos códigos de barras.
As riscas do confinamento do teu agir.
Riscas.
São um risco...as riscas são um risco!
domingo, 27 de setembro de 2009
Eventos Importantes em Portugal
terça-feira, 8 de setembro de 2009
A liberdade do cromossoma Y
Recentemente tomei a liberdade de realizar uma incursão à Cidade Invicta deixando pelas costas o meu berço, a “Capital do Império”… Na mala, a simples vontade de testemunhar a miragem do conhecimento, do saber e da paz… as viagens têm esse efeito…
Dia sim, dia sim, dia sim, durante uma semana, partilhei o mesmo espaço fechado com um colectivo de cerca de 200 pessoas, todas elas ilustres doutoras nas áreas da psicologia, medicina, direito e criminologia… uma amostra da melhor vindima do saber português!
Os temas foram vários, e cada espécime retirou daquele encontro as conclusões que quis (ou que foi capaz!), eu sem dúvida guardei religiosamente algumas… entre elas: os mitos têm a sua força!
Uma voz revelou-me que, apenas há algumas décadas, havia a crença de que, era possível de modo inequívoco determinar o sexo das crias que um casal concebia.
Dito assim não parece magnífico, nem tão pouco espantoso, no entanto esta técnica remonta a uma era na qual a manipulação genética não tinha lugar…
O segredo consistia numa prática simples (apesar de eu a considerar arriscada q.b!):
-Se o casal pretendesse que a sua descendência fosse máscula, o marido deveria atar o testículo esquerdo, deixando apenas fluir a seiva do testículo contrário, o direito (produtor inequívoco da masculinidade).
-Se caso contrário o casal pretendesse acolher no seio da sua família uma delicada fêmea, o marido deveria atar o testículo direito (com um qualquer baraço) a fim de deixar fluir apenas a seiva do testículo esquerdo (produtor da feminilidade).
Diz quem viveu nessa época que era um método eficaz e sensível…
Eu pergunto: Como raio tem um individuo uma relação sexual com um testículo embaraçado?
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Agressão na via pública
Hoje, a caminho do IST para uma sessão de estudo intensivo com um amigo, pensava na extensa lista de parasitoses intestinais do cão.
Rapidamente me aluei destes assuntos coprológicos e notei nas cores garridas das saias das duas senhoras africanas que caminhavam à minha frente. Na minha direcção um homem de cor, com rastas no cabelo e boina artesanal colorida, empuleirava no ombro direito, com impressionante equilíbrio, uma tábua de madeira com cerca de dois metros de comprimento.
Divaguei sobe o carácter reggeano que estas três personagens davam à rua do Banco de Portugal.
"Concentra-te, Mariana!", pensei eu enquanto atravessava a estrada, em simultâneo com o senhor da tábua de madeira.
Foi quando me predispus a enumerar por ordem alfabética os parasitas intestinais do cão que senti uma dor atroz no nariz! Antes que pudesse pensar no nome de uma bicheza que fosse o senhor atingiu-me brutalmente com a tábua de madeira na cara! O meus óculos voaram 2,3 metros e eu vi estrelas amarelas, azuis e verdes, de tamanhos variados, em fundo negro.
Uma das senhoras devolveu-me gentilmente os óculos enquanto eu, agarrada ao nariz, apenas conseguia vociferar "Aaargh..."
Pus os óculos e vi três Bob Marleys preocupados, de tábua ao ombro, no meio da estrada, indecisos se haviam de continuar o caminho, desimpedindo a estrada, ou voltar para trás, arriscando agredir mais um transeunte.
Um impaciente condutor buzinou ferozmente ao meu agressor e eu passei a ver seis Bob Marleys.
- Eu estou bem, Bob... - disse eu fazendo um gesto foleiro com a mão.
E segui o meu caminho, não muito a direito, enquanto as senhoras comentavam o barulho que tinham ouvido aquando do acidente.
O estudo até correu bem.
Rapidamente me aluei destes assuntos coprológicos e notei nas cores garridas das saias das duas senhoras africanas que caminhavam à minha frente. Na minha direcção um homem de cor, com rastas no cabelo e boina artesanal colorida, empuleirava no ombro direito, com impressionante equilíbrio, uma tábua de madeira com cerca de dois metros de comprimento.
Divaguei sobe o carácter reggeano que estas três personagens davam à rua do Banco de Portugal.
"Concentra-te, Mariana!", pensei eu enquanto atravessava a estrada, em simultâneo com o senhor da tábua de madeira.
Foi quando me predispus a enumerar por ordem alfabética os parasitas intestinais do cão que senti uma dor atroz no nariz! Antes que pudesse pensar no nome de uma bicheza que fosse o senhor atingiu-me brutalmente com a tábua de madeira na cara! O meus óculos voaram 2,3 metros e eu vi estrelas amarelas, azuis e verdes, de tamanhos variados, em fundo negro.
Uma das senhoras devolveu-me gentilmente os óculos enquanto eu, agarrada ao nariz, apenas conseguia vociferar "Aaargh..."
Pus os óculos e vi três Bob Marleys preocupados, de tábua ao ombro, no meio da estrada, indecisos se haviam de continuar o caminho, desimpedindo a estrada, ou voltar para trás, arriscando agredir mais um transeunte.
Um impaciente condutor buzinou ferozmente ao meu agressor e eu passei a ver seis Bob Marleys.
- Eu estou bem, Bob... - disse eu fazendo um gesto foleiro com a mão.
E segui o meu caminho, não muito a direito, enquanto as senhoras comentavam o barulho que tinham ouvido aquando do acidente.
O estudo até correu bem.
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